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Muito se ouve falar a respeito de atividade física, saúde mental e neurotransmissores. Mas qual é, de fato, a relação entre o esforço físico e os casos de disfunção mental?   

Leia o post e entenda quais são os benefícios da atividade física para a sua saúde mental.

Qual a relação atividade física x saúde mental?

Um estudo realizado por pesquisadores americanos, publicado no periódico JAMA Psychiatry, relatou que a prática diária de exercícios, mesmo que por pouco tempo, previne a depressão. 

De acordo com a pesquisa, pessoas fisicamente ativas estão menos propensas a desenvolver a doença. 

No que se diz respeito a pacientes já diagnosticados com transtornos psicológicos, o estudo informa que a atividade física pode ser uma indicação complementar para potencializar o tratamento. 

Essa relação pode ser explicada devido a liberação de neurotransmissores causada pelo esforço físico. 

Enquanto nos exercitamos, nosso organismo produz e libera substâncias capazes de fortalecer o equilíbrio emocional.  

Quadros de distúrbios psíquicos devem são tratados com acompanhamento terapêutico e, em alguns casos, com medicamentos (ativos que estimulam a produção dos neurotransmissores). 

A atividade física, por outro lado, também oferece ao organismo este mesmo efeito e pode ser uma grande colaboradora. 

Neurotransmissores: o que são e qual seu papel na saúde mental?

Já sabemos que a atividade física libera neurotransmissores importantes para uma boa saúde mental. 

Mas o que são neurotransmissores e qual a sua importância na qualidade da saúde psíquica? 

Os neurotransmissores são um dos tipos de mensageiros químicos que o nosso corpo utiliza para realizar a comunicação entre suas partes e órgãos. 

Nesse caso, os neurotransmissores são responsáveis pela comunicação dos neurônios. 

Entre os mais conhecidos e estudados estão a serotonina, dopamina, endorfina e ocitocina – neurotransmissores diretamente ligados a quadros de transtornos mentais, como depressão e ansiedade . 

E quais são as funções dessas substâncias para uma boa saúde mental?

Em geral, elas são responsáveis por alguns fatores que se enquadram como sintomas de grande parte das patologias mentais, como:

  • Alteração do humor
  • Sensação de prazer
  • Regulação de emoções
  • Qualidade do sono
  • Quadros crônicos de enxaqueca 
  • Abuso do consumo de alimentos

Portanto, quando esses neurotransmissores estão desequilibrados e/ou em baixa, podem levar a distúrbios de saúde mental, principalmente a depressão. 

Como a atividade física pode ajudar?

Uma característica marcante de quem encontra-se em estado depressivo é o baixo vigor. 

Apesar de ser uma doença de origem psíquica, a depressão mina a disposição física e aumenta a fadiga e o cansaço.  

A prática de exercícios diários é capaz de espantar o baixo-astral, proporcionando uma sensação de bem-estar durante o restante do dia.

Apesar disso, apenas se exercitar não é o recomendado – ou suficiente – em quadros de distúrbios mentais. 

O acompanhamento psiquiátrico e psicológico é fundamental para que você passe por essa fase com mais facilidade. 

A atividade física é um tratamento coadjuvante, que traz muitos benefícios, para quem se encontra nesses quadros. 

Funciona como um preventivo para pessoas mentalmente saudáveis e para aqueles que possuem tendência a doenças, mas devido ao hábito de se exercitarem acabam não manifestando os sintomas. 

Para pacientes já diagnosticados, o exercício físico melhora os sintomas e proporciona um bom condicionamento para lidar com efeitos colaterais que algumas medicações podem desencadear. 

Diante de tudo isso, está claro que a atividade física é essencial para a saúde integral de qualquer pessoa. 

Assim como procedimentos dermatológicos, como o treinamento eletromagnético, estimula a liberação dos hormônios irisina e endorfina, fundamentais para uma boa saúde mental.

Se estamos vivendo mais tempo, que seja de forma saudável em todos os seus aspectos, certo?

Pratique o autocuidado e zele por você! 

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